Teatro
Logo após a Fundação da Colectividade, os dirigentes da época verificaram que a Filarmónica não preenchia todos os desejos e gostos culturais e recreativos dos Alhadenses. Surge então o gosto pela Arte de Talma e o consequente Grupo Cénico.
Há registos de 1869, onde consta que o Senhor José de Freitas Mota era o Director do Grupo Cénico da Sociedade Boa União Alhadense.
Ao longo dos mais de 150 anos de anos de vida da Colectividade, muitas foram as peças que foram representadas por umas centenas de amadores da Boa União, alguns de grande nível teatral.
Constam do arquivo, programas de teatro representados em tempos que já lá vão, e onde se lêem nomes de Unionistas que hoje, alguns, só são conhecidos pelas fotografias expostas na Sede.
Desses programas destacamos alguns nomes, como os de:
- Florinda Simões,
- Maria de Jesus Namora,
- Francelina Gaspar,
- Helena Brancão,
- Guilherme Nossa,
- Gilberto Monteiro,
- António Abrantes,
- Isilda Pessoa,
- Adosinda Neves,
- Virgínia Santos,
- Adelina Pastor,
- António Dias Gaspar,
- António Augusto Ferreira,
- Manuel Pessoa.
As meninas na altura faziam parte dum Grupo denominado "Flor da Mocidade".
Em actas antigas podemos ler o nome de alguns ensaiadores ou encenadores, como hoje se diz, como:
- José de Freitas Mota,
- Guilherme Nunes Nossa,
- António Neves
Na década de oitenta (1980), foram encenedores: o Senhor Jorge Manuel Lopes Quadros, depois o Senhor José Dias da Silva e a Senhora Maria Luísa Nunes Ferreira, que foi a responsável pelas encenações até 2005.
Actualmente a responsável por esta área é a Senhora Maria José Lopes Maricato.