MAESTRO
João Paulo Fernandes
Nasceu em 1977 na cidade de Caldas da Rainha.
Estudou Trombone de Varas com os professores Joaquim Raposo, Emídio Coutinho e Alexandre Vilela, tendo ainda frequentado diversas Masterclass com professores como John Peterson e Joseph Alessi. Como trombonista tocou em diversas orquestras com diferentes formações desde o clássico ao jazz.
Dedica-se à Direcção desde os 20 anos de idade, sendo convidado a dirigir diversas formações como:
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Orquestras de sopros de vários conservatórios;
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Ensemble Sinfónico de Metais;
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Ensemble Português de Trompas;
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Orquestra Sinfónica da ESMAE, entre outras.
Frequenta Cursos de Direcção de Orquestra desde 1999 com os Maestros:
George Hurst; Denise Ham;
Rodolfo Saglimbeni;
Robert Houlihan e ;
Jorma Panula entre outros.
Estudou durante 4 anos consecutivos no curso livre de Direcção de Orquestra na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo com o Maestro António Saiote, tendo sido convidado em Setembro de 2008 para seu assistente.
É Director Artístico da Filarmónica União Taveirense, desde Março de 2004, vencedora do 1º concurso nacional de bandas filarmónicas – Cidade de Aveiro –2005.
É Professor de Formação Musical e Classe Conjunto nas Escolas de Música:
Canto Firme - Tomar - e Ourearte – Ourém – exercendo nesta última funções de direcção pedagógica.
Foi Professor de Direcção no IV Curso para Maestros de Orquestra de Sopros organizado pelo INATEL, realizado em Setembro de 2009.
É licenciado em Formação Musical pela Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto.
Mais recentemente dirigiu a ONP – Orquestra Nacional do Porto no concerto de encerramento da Masterclass de Direcção com Jorma Panula intitulado “OsMaestros do Futuro”.
EXECUTANTES
Por uma fotografia de 1910 conseguimos apurar que seria composta por 24 elementos.
Em 1969, decorridos cem anos, já com cerca de 30 executantes, houve comemorações com a pompa e a circunstância que o momento justificava e o dinamismo da época tornou possível.
Quem foram maioritariamente ao longo de todos estes anos os seus executantes? De início, só homens, trabalhadores rurais, depois alguns trabalhadores das profissões ditas tradicionais: pedreiros, carpinteiros, ferreiros... muitos deles seriam analfabetos ou quase, de idades avançadas pois a renovação não seria grande. Daqui o poder-se afirmar que a Filarmónica foi para muitos Taveirenses a grande escola. Mesmo aqueles que não sabiam o A E I O U, conseguiam "ler" a pauta da música.
Longe da cidade de Coimbra, as estradas e as facilidades de transporte, não a tornavam perto como hoje. Poucas solicitações ou alternativas se punham às pessoas, para a sua valorização. Os ensaios, nos serões após o trabalho no campo, eram à luz de candeeiro ou de gasómetro que funcionava a carbureto, ou então aos domingos à tarde, que era dia de descanso e nada mais havia para ajudar a passar o tempo.
E hoje quantos e quem são os seus executantes?
Flautas e Flautim: Ana Rita Oliveira, Cristiana Barbeiro, Filipe Mendes, Joana Ferraz(1), Laura Duarte, Magda Malva (1)
Oboé e Corne Inglês: Jorge Cardoso, Joana Pinto
Fagotes: Mário Vidinha (1), Rita Pereira
Clarinetes: Ana Pratas, Joana Pimentel, Jorge Campos, Pedro Balhau Nunes, Telma Santos, Marta Gaspar, Sara Gomes, Susana Ferreira, Rafaela Rajado Amado, Joana Ramos.
Clarinete Baixo: Mirela Costa
Saxofone Soprano e Alto: Liliana Ferreira
Saxofones Alto: Belmiro Pereira, Cristina Pratas, Filipe Teixeira, Tiago Taborda
Saxofones Tenor: João Paulo Almeida
Saxofone Barítono: João Silva (1)
Trompetes e Fliscornes: Daniel Tapadinhas (1), Adriano Franco
Trompetes: Filipe Malva, João Vilão, Patrícia João, João Serrano, José Miguel
Trompas: Márcia Magalhães, Ana Rosa Carvalho, André Antunes, Bruno Antunes
Trombones: Rui Costa, Pedro Santos, Paulo Banaco
Eufónios: Álvaro Serrano, Simão Santos (1)
Tubas: Nuno Temido, Hugo Costa (1), Luís Casaleiro
Percussão: Rui Lúcio (1) , Filipe Rajado, André Gatões, Daniel Gatões, Rui Pancas, Julia Hollert
Porta-estandarte: Sílvio António Veiga
Itálico: chefes de naipe – (1): Professores da Escola de Música